(horário de Verão, BZST +02:00)
Lua segue no signo de
Peixes desde 23 dez 2017 -
sáb - 12:41
- : Ele, nos
oceanos celestiais tem seu castelo submarino, seu castelo interior. A música
que dali se ouve emana de sua própria alma e sabe que as vastidões da alma são
mais imensas que as vastidões do universo. Sua profundidade de sentimento
místico o leva a convicção de que as palavras são inúteis, e que unicamente a
comunhão psíquica é a comunhão verdadeira.
Sabe que a
fantasia não somente é mais verdadeira que a realidade, mas sabe que também a
contém. Não nomeia a Deus porque sabe que suas mãos unidas não podem tocar seu
coração. Seus sentimentos são como as catedrais góticas cujas agulhas se
dissolvem ao céu. Sua bondade provém da sua fé, sua fé da sua simplicidade de
alma e esta da sua humildade, pois jamais se considera excepcional ou
importante se não igual ao pó dos caminhos ou à espuma das ondas dos mares.
Manhã relativamente tranquila;
+/- 12:10 - Momentos de
descobertas, de utilizar a intuição e a sensibilidade mais profunda, deixe o
rio correr sozinho;
+/- 12:25 - Algumas ideias são
somente ideias, não passíveis de manifestações, mas são elaborações, enfim;
+/- 13:30 - Nem sempre a
segurança está afinada com a sensibilidade, assim devemos ter ponderação e
paciência;
+/- 15:55 - Momento de olhar para
trás, recordar e reviver as experiências do passado, sedimentando o momento
presente;
+/- 17:00 - As emoções não devem
ludibriar a realidade, podem até se fazer presente, mas em menor intensidade;
+/- 20:15 - Um momento de pensar,
de parar e refletir, de ponderar sobre as experiências, sobre as moralidades
malformadas e atitudes impacientes;
22:27 - Lua entra no
signo de Áries : É o império da força contida em tudo o que principia. O impulso puro. O
fogo sagrado dos Templos. A espada de um herói brilhando ao sol como um grito
de guerra. A infância. A primavera perseguindo a si mesma pelas pradarias da
vida. O Velocino de Ouro. O cenho franzido e a decisão inquebrantável. O
soldado que não sabe dar um passo atrás nem sequer por estratégia. A
sinceridade rude e inocente. O cordeiro do sacrifício, a abnegação e a imolação
desinteressada. O cordeiro indômito guiando seu rebanho. O cordeiro inaugurando
os anos sem preocupar-se em aproveita-los. É o vermelho púrpura. A violência
que a tudo toma como se lhe pertencesse, sem pedir permissão a ninguém.
+/- 23:45 - É bom olhar para
trás, mas nada de ressuscitar os mortos, eles já foram, já cumpriram sua etapa;
agora temos as novidades, o novo a ser novamente cultivado.
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