domingo, 27 de junho de 2010

Bolo de Amor Natural

Sempre é vital o cuidado, tratar de conhecer a receita antes de seguir correndo.

Dizia uma prima que “o amor enburrece”, até pode ser, mas a inteligência em demasia pode até gelar tudo a nossa volta.

Ceder sempre é vital, ceder pode ser o primeiro passo a tentar compreender um pouco do outro, daquela parte que completa a sua receita.

Quando queremos algo de forma ávida e direta, então não vamos compartilhar, porque esse preenchimento cabe a cada um e ninguém sente por ninguém. Você sempre deve ter algo para dar.

Emburrecer pode ser desarmar-se de seus medos, de suas armas e esquecer um pouco esse amor idealizado e perfeito, que não existe pronto.

Amor é aquele que tem os ingredientes do bolo que faltam em você. Pode ser aquele tempero, ou até mesmo aquela forma aconchegante. Não esqueça de untar.

O bolo pode até ter recheios deliciosos, quem sabe a outra parte não sugere algumas especiarias mais exóticas. Algo que você nunca experimentou e pode amar.

Existem pessoas que fazem a mesma receita todos os dias, essas pessoas precisam experimentar algumas mudanças de caminho.

Sim, sim o bolo pode até queimar, mas é só tirar a casquinha que o miolo está lá inteiro, é o que importa: o miolo.

Quem gosta de casca? Quem gosta de cobertura que só enchem os olhos, e depois a barriga. Sacia momentaneamente, depois sua barriga quer mais, e haja abdominal.

Pode até apreciar com os olhos, mas a digestão é com a alma, com os ingredientes que estavam faltando.

Ah, muito importante é sempre experimentar mudanças, mas nunca drásticas. Entre surpreender e decepcionar existe uma tênue linha, então vá com calma na escolha das alterações da receita.

Temos que sair desta concepção de prateleiras de supermercados, onde está tudo pronto, é só pagar e engolir aquilo que nem sei mais o que é. Com gosto disso ou daquilo e nem sei como eles conseguem conservar por tanto tempo. Sim, sim os conservantes que querem colocar dentro de todos nós.

Disse um amigo ecologista que somos seres que, induzidos pelos conservantes dos alimentos, criamos uma séria preocupação de conservar tudo.

Uma dica: nunca comprem aqueles preparados prontos de bolos. Você pode acostumar e acabar conservadamente feliz.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Afinal Quem Somos Nós? Qual é o Segredo?

Quando iniciei meus estudos de astrologia com Emma Costet de Mascheville, sempre assumi esta busca existencial, pois os valores corriqueiros do dia a dia não eram suficientes.

Descobri que “o ser algo” depende muito do momento astrológico, das posições planetárias que estão ocorrendo. Inclusive, o grau de importância, depende muito mais do mapa astrológico de cada um.

Ser algo pode significar resgatar aquilo que você realmente é, aquilo que existe latente dentro de você, e que venha manifestar-se em um determinado momento astrológico.

Nem sempre você tem a disponibilidade de expressar o que realmente é, principalmente naquilo que constrói a sua felicidade, a sua alegria e crescimento.

Muitas vezes você espera demais dos outros, mais do que eles podem lhe dar, e também pode esquecer de tomar a iniciativa, de plantar a primeira semente e até de arriscar um pouco mais.

O “que”, o “como” e o “quando” são os referencias necessários à construção da sua felicidade.

Quem sabe este não é o Segredo?

ASTRO - FELICIDADE - uma peculiaridade

“Não se astro-justifiquem”, dizia minha mestra Emma C. de Mascheville, “pois o conhecimento astrológico supõe que vocês irão compreender de forma sensível, o que e o quando darão andamento ao seu processo de evolução”.

Tudo é ritmo e ciclo na vida, assim como os dias, os meses, as estações, as lunações e todos os outros ritmos naturais nos mostram isso.

Todo o universo está em movimento, tudo está crescendo e assim existe um belo equilíbrio natural entre todos os planetas do nosso sistema solar.

Porque não pensamos assim também em relação ao nosso processo de evolução?

Entretanto esquecemos as virtudes e dignidades maiores da nossa existência e nos perdemos em valores e imagens externas. Devemos observar aquilo que é verdadeiro, aquilo que ninguém pode nos tirar: nossa alma.

Astrologia é uma ferramenta de grande poder, pois as posições planetárias desenhadas no seu mapa astrológico, não dependem de ninguém.

Saber que existe algo peculiar é fundamental, pois assim você pode gerar as oportunidades desta peculiaridade, e conseqüente felicidade.